Jackson Lago é aclamado na Região Tocantina

da assessoria

O candidato a governador Jackson Lago, da coligação “O Povo É Maior” (PDT-PSDB-PTC) , cumpriu nesta quarta-feira, (29), de uma intensa agenda de campanha por sete municípios da Região Tocantina. Em João Lisboa, Buritirana, Amarante, Itinga, Açailandia, Porto Franco e Estreito, a caravana liderada por Jackson Lago e composta pelo candidato a vice-governador, Pastor Luis Porto, candidatos ao senado Edson Vidigal e Roberto Rocha, candidatos a deputado estadual e federal, prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira, de Porto Franco, Deoclides Macedo, de Açailandia, Ildemar Gonçalves, e de outras lideranças políticas da região, foi recebida com euforia e entusiasmo pela população.

Para o candidato Jackson Lago não há mais dúvida de que o povo do Maranhão não quer mais viver sobre o domínio do grupo Sarney. “Essas manifestações nos dão a certeza da vitória. Nossos irmãos maranhenses querem mostrar para o país que o Maranhão não pertence mais a uma única família”. O Povo estar preparando uma grande surpresa nas urnas no próximo domingo. Vamos para o segundo turno e vamos vencer”, disse Jackson Lago, confiante no retorno ao Palácio dos Leões, através do voto popular.

Em cada cidade, o candidato ao governo do estado Jackson Lago, agradecia o apoio recebido durante a campanha eleitoral e conclamava todos a ajudar a votar e a fiscalizar o pleito para impedir que a vontade do povo seja desrespeitada. Questionado sobre a insegurança jurídica por conta do empate sobre aplicação da Lei complementar 135/2010, disse que o povo sabe muito bem quem tem “ficha suja” no Maranhão. “Não vamos facilitar para eles, vamos lutar até o fim e vamos derrotá-los novamente. È disso que eles tem medo”, acrescentou.

As visitas desta quinta-feira foram encerradas com uma gigantesca carreata em Imperatriz.
Nesta sexta-feira, (30) Jackson Lago visita a cidade de Balsas, na região Sul do Maranhão e no final da tarde encerra as atividades de campanha com uma grande caminhada pela Rua Grande, no Centro de São Luis.

ELIZIANE GAMA RECEBE DUAS GRAVES DENÚNCIAS DE ABUSO SEXUAL INFANTIL

A deputada Eliziane Gama (PPS) recebeu na manhã desta quarta-feira, dia 29, duas graves denúncias de abuso sexual contra crianças e adolescentes no interior do Estado. A parlamentar que presidiu durante seis meses a CPI de Combate a Pedofilia no Maranhão informou que já fez os encaminhamentos necessários.

De acordo com a deputada, a própria população encaminhou para o seu gabinete as denúncias. Uma delas diz respeito a um Pai-avô que estaria abusando da própria filha-neta de sete anos. A outra denúncia é de empresário de uma região do Estado que abusa sexualmente de crianças e adolescentes. “As denúncias são muito graves, e já estamos tomando todas as providências necessárias para que estes abusadores sejam punidos”, revelou Eliziane Gama.

Eliziane Gama informou que encaminhou nesta quarta-feira, dia 29, as denúncias para o Ministério Público e para as Delegacias Regionais. “Mesmo depois da finalização dos trabalhos da CPI temos recebido inúmeras denúncias de abuso sexual e casos de pedofilia de várias partes do Estado. Não podemos ficar de braços cruzados”, informou.

CPI da Pedofilia

A Comissão Parlamentar de Inquérito de Combate a Pedofilia, instalada no dia 13 de outubro de 2009 encerrou as suas atividades em 23 de maio. Ao longo dos seis meses de trabalho foram recebidas pelos membros da CPI mais de 300 denúncias através de email, telefone, conselhos tutelares, promotorias. Na pauta da Comissão entraram trinta e quatro casos e foram ouvidas 98 pessoas durante os meses de atividades.

O Imparcial erra feio, prejudica Jackson e favorece Flávio Dino

Jogo sujo ou foi apenas uma confusão na hora da diagramação? Prefiro não entrar no mérito. O certo é que o jornal O Imparcial cometeu um erro escandaloso em sua edição de hoje (29), que trazia como manchete o resultado de mais uma pesquisa de intenção de votos para governador do Maranhão.

Uma falha na arte gráfica que ilustra a matéria “As contas da indecisão” publicada na página 3 do matutino simplesmente inverteu os números da pesquisa. Nela( a ilustração) o candidato Flávio Dino aparece com 24,4% e o candidato Jackson  Lago tem apenas 18,8%, contra 43% de Roseana.

Jackson Lago 24,4% Flávio Dino 18,8%

Diferentemente do que mostra o infográfico, é o pedetista Jackson Lago que aprece em segundo lugar com 24,4% das intenções de votos, e deve disputar o segundo turno com a governadora Roseana,  enquanto Flávio Dino aprece com 18,8%.

O texto da matéria traz os números corretos da pesquisa e informa que confirmado o segundo turno o adversário de Roseana será Jackson Lago.

Agora o jornal terá que publicar novamente a matéria desta vez com a arte gráfica ilustrando os números corretos.  

Para o coordenador geral da campanha de Jackson Lago, Clodomir Paz, o erro cometido pelo jornal traz grandes prejuízos para a campanha  da coligação “O Povo é Maior”.

“Mesmo com a retração por parte do matutino, a publicação equivocada do resultado da pesquisa prejudicou nosso candidato e gera danos irreparáveis para nossa campanha”, lamentou Clodomir.

O Imparcial reconheceu o erro e divulgou Nota de Esclarecimento

Segue abaixo:

 NOTA DE ESCLARECIMENTO

Há um erro na arte gráfica que ilustra a matéria “As contas da indecisão”, publicada na página 3 do jornal O IMPARCIAL, edição de 29 de setembro de 2010.
Diferente do que está no desenho, pesquisa do Instituto Data Mérita registrada no Tribunal Regional Eleitoral aponta o candidato Jackson Lago (PDT) com 24,4 % e não Flávio Dino (PCdoB).

O jornal mantém as informações do texto, ou seja, que se as eleições fossem hoje, o cargo de governador do Estado seria disputado em segundo turno entre os candidatos Roseana Sarney (PMDB) e Jackson Lago (PDT).

São Luís, 29 de setembro de 2010 

______________________________ ___________________
Marco Aurélio Pereira de Oliveira
Editor-executivo de O IMPARCIAL

Marco Aurélio Oliveira 
Editor-executivo
O Imparcial
Diários Associados
3212-2010/9144-5617

Zé Reinaldo recebe apoio de sindicalistas, petistas e lideranças políticas do estado

da assessoria

Na reta final da campanha para senador do Maranhão, o candidato José Reinaldo Tavares (PSB) recebeu uma série de declarações de apoio de representantes de movimentos sociais, petistas, intelectuais e deputados. A maioria deles justifica o apoio à coragem para romper com a oligarquia Sarney e proporcionar a alternância de poder no estado, além da defesa dos interesses da população aliado à exitosa gestão à frente do governo e da experiência política de Zé Reinaldo.

O deputado federal Domingos Dutra (PT) destacou a necessidade do estado em ter um representante legítimo. “Zé Reinaldo merece ser senador porque o Maranhão precisa ter um representante no Senado Federal. Os senadores que estão lá são representantes do Sarney, não são do povo do Maranhão. Zé Reinaldo teve coragem de sair da casa grande, veio ao encontro da população e merece ser senador para ajudar o Flávio a governar o estado. Ele merece ser eleito para, finalmente, o Maranhão ter uma voz no Senado”, disse.

Candidato a senador mais votado em São Luís, em 2006, o dirigente do PT, Bira do Pindaré, declarou voto em Zé Reinaldo e credencia a atitude de Zé Reinaldo em apoio a Flávio Dino como uma demonstração de interesse na alternância do poder. “Eu apoio Zé Reinaldo para Senador, pois ele teve coragem de romper com o grupo que, desde que nasci, sempre mandou e desmandou no Maranhão. Ele também apoia o Flávio Dino, o que contribui para uma alternância de poder no nosso estado”, falou.

Professor da Universidade Federal do Maranhão, Francisco Gonçalves, segue os mesmos parâmetros. “Apóio Zé Reinaldo pela sua posição firme e corajosa em romper com o grupo político que tratava e trata o governo do Estado como coisa de uma família só. Voto pela sua participação na campanha de Flávio Dino a governador, que expressa o desejo de renovação da política”, ponderou.

Eliziane Gama (PPS), deputada estadual combativa na luta contra a pedofilia, afirmou que o ex-governador representa um marco na história política do estado. “A eleição do Zé Reinaldo representa uma resposta do Maranhão à ruptura do poder no estado. Ele é um marco na história do Maranhão e as próximas gerações, quando estudarem, vão ler o nome de Zé Reinaldo, porque é o homem que teve coragem de assumir o sentimento de alternância do poder. Além de votar, temos que conscientizar a população sobre esse projeto para que possamos elegê-lo senador”, defendeu.

Também deputado estadual, Rubens Junior (PCdoB), apóia e indica a candidatura de Zé Reinaldo ao Senado por tudo que ele fez pelo Maranhão. “Principalmente pela ruptura com o atraso. Ele foi o governador responsável por isso, que percebeu que o Maranhão não poderia ser o desejado se não se investisse em educação, na agricultura e na redução da pobreza. Se ele fez isso enquanto governador e pagou uma cota de sacrifício muito alta, é justo que vá para o Senado, e sem dúvida alguma, será um grande defensor do Maranhão naquela Casa”, acredita.

O presidente da Fetaema, Chico Sales, também anunciou apoio do segmento que congrega os trabalhadores rurais a Zé Reinaldo. “Nós fizemos uma reunião com lideranças sindicais em mais de 50 municípios e o nome recomendado após avaliação política e análise entre todos os candidatos, sem dúvida nenhuma, é o de Zé Reinaldo para o Senado. Estamos em campanha para eleger Zé Reinaldo para senador do Maranhão”, afirmou.

Presidente da União Parlamentar de Vereadores (Unipav), Francisco Chaguinha, também defende o voto para Zé Reinaldo. Conforme disse, há necessidade de trabalhar senadores que conheçam a realidade do estado e utilizem essa sabedoria em ações para a população. “Meu apoio a Zé Reinaldo surge da possibilidade de revisar toda a vida do estado do Maranhão e fazer com que ele se desenvolva. Desenvolvendo o estado, a vida da população dos municípios melhora”, explicou.

Os presidentes de câmaras de Pindaré Mirim e Santa Inês, Aldemir Lopes e Aldoniro Muniz, respectivamente, também partilham do desejo de eleger Zé Reinaldo para ocupar uma vaga no Senado Federal. O trabalho quando governador é o mote da aposta. “Zé Reinaldo foi um grande governador e merece o voto de todos os maranhenses. Convido a todos para apoiar Zé Reinaldo pelo merecimento e comprometimento com a história do estado”, clamou Lopes.

Muniz prega a união para defender uma das vagas ao Senado. “Os maranhenses devem se unir para eleger o Zé Reinaldo para Senador. Quando foi governador trabalhou para defender as camadas mais pobres do nosso estado e, com certeza, dará continuidade ao cuidado que tinha com o Maranhão como Senador”, ressaltou.

A juventude fez parte também dos movimentos de apoio. André Vitral, dirigente da União Nacional dos Estudantes (UNE) defendeu o nome de Zé Reinaldo.

“O Maranhão vive um momento crítico em sua história. Um dos piores estados em índice de pobreza e a educação também com dados sofríveis. Para conseguir mudar essa realidade é preciso uma renovação profunda da liderança política. Por isso o movimento estudantil tá mobilizado para eleger Flávio Dino, governador, e Zé Reinaldo, senador”, disse.

O debate de hoje selará o segundo turno

O debate de hoje realizado pela TV Mirante definirá o rumo das eleições deste ano. Quando o último participante fizer as considerações finais, o segundo turno estará selado.

A governadora Roseana será bombardeada e o seu histórico em debates não ajuda. Ninguém pode achar que será diferente.

Flávio Dino terá que se esforçar para não passar a arrogância de 2008, exibida no debate das eleições municipais.

O ex-governador Jackson Lago deve focar o debate na comparação dos governos, do que ele fez em dois anos contra os dez da governadora. Além de explorar o discurso de vítima de uma armação do grupo Sarney que resultou na sua cassação.

Os outros dois, Marcos Silva e Saulo Arcangeli, vão tocar fogo nos outros três. Pior para Roseana.

Jackson Lago refuta boatos da oposição e diz ter confiança da vitória nas urnas

da assessoria

“Minha candidatura não está sub judice. Ela foi aprovada pelo TRE do Maranhão por ampla maioria, por seis a zero. Há recursos apresentados por pessoas que não têm compromisso com a democracia. É como se não bastasse eles terem desrespeitado 1,3 mil eleitores e colocado quem não ganhou. Nossa candidatura está registrada e será vitoriosa. Ela está muito mais forte que há quatro anos. Vamos vencer e governar com a experiência adquirida nos dois anos que passamos no governo”, afirmou Jackson Lago (PDT) durante entrevista ao programa Balanço geral, na TV Cidade (Record), nesta segunda-feira.

O candidato da Coligação “O Povo é Maior” (PSDB-PDT-PTC) destacou que a principal proposta para a educação no seu governo será dar continuidade ao projeto de entregar 300 novas escolas de ensino médio e profissionalizante, concomitantemente a uma campanha imensa para erradicar o analfabetismo. “Nossa intenção de erradicação essa doença grave é um dos nossos compromissos”, ressaltou o candidato.

Para Jackson Lago o problema da saúde no Maranhão tem que ser racionalizada como é definida na política pública do Sistema Único de Saúde. Além dos postos, o médico apontou como solução a construção de unidades para atender casos de alta complexidade em regiões estratégicas do estado. Essa racionalidade do sistema será alcançada através da integração do agente comunitário de saúde ao sistema. O Maranhão tem 15 mil agentes comunitários de saúde, dividindo responsabilidade. “Eles prestam um serviço formidável”, destacou o candidato.

Ele enfatizou ainda a importância do estado voltar a ser um celeiro de produção agrícola, apoiado por programas como o FUMACOP, Fundo de Combate à Pobreza, criado em sua gestão. “É importante que o estado receba grandes projetos, mas que volte a produzir, principalmente através da tecnologia na agricultura”, disse Lago. Estrada e energia são apontadas como pilares de sustentação desse crescimento.

Jackson Lago criticou a descentralização da reforma agrária que se distanciou do problema em sua raiz. “A partir de janeiro, se esta for a vontade do povo, vamos restabelecer o entendimento para reimplantar a ouvidoria agrária no Maranhão para evitar essas injustiças” disse.

O candidato ao governo do estado nas eleições do dia 3 de outubro concluiu a entrevista em pouco mais de quinze minutos, agradecendo à recepção carinhosa e de apoio que tem recebido no interior do estado e nos bairros de São Luís. Jackson Lago disse que seu retorno ao governo vai permitir que seja concluído o projeto Rio Anil, beneficiando mais de 50 mil pessoas: “Queremos continuar aquilo que ao longo dos anos construímos”.

Mudei meu voto

 

Eu já vinha em dúvida desde a semana passada. Após o debate de ontem, na rede Record, mudei meu voto.

Meu voto era em Dilma, não por ela, e sim, por conta da estabilidade econômica que vive hoje o País.

Depois do debate, percebi que  Dilma é a menos preparada de todos os candidatos. É  minha opinião.

Agora eu voto Serra.
No começo, na hora das apresentações, a candidata de Lula estava nitidamente nervosa, coisa de quem não tem confiança. Chegou até ficar ofegante em alguns momentos. Coisa de principiante, nem pareceu uma mulher acostumada com o poder.

Apesar de se esforçar, Dilma não consegue se comunicar bem, mostra intranqüilidade e insegurança e sempre usa o presidente Lula para encobrir sua debilidades.

Marina Silva é só aquilo mesmo, água com açúcar.

José Serra mostrou mais vez que o mais preparado. Apresentou propostas e respondeu a todas as perguntas de forma objetiva e sempre mostrando o que deve ser feito.

O destaque do debate foi o candidato do PSOL, Plínio Arruda.

Mostrou que não é um “porra louca” como a maioria dos representantes da esquerda, pregoeiros dos sofismas.

Plínio demonstrou com segurança conhecimento em todas as áreas. Com perguntas inteligentes, repostas objetivas e com suas tiradas apimentadas, Plínio empolgou a platéia e foi bastante aplaudido.

O resultado do debate será percebido nas próximas pesquisas. Dilma cairá, Serra deve subir, Marina continuar do mesmo jeito  e Plinio ganhará alguns eleitores.

Anotem.

Dividido, Supremo não consegue decidir validade de Lei da Ficha Limpa

Estadão

O julgamento da validade da Lei da Ficha Limpa foi suspenso à 1h15 de hoje. Depois de mais de dez horas de debate, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Cezar Peluso, deu o voto que empatou o placar – 5 a 5 -sobre valer ou não o acórdão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que manteve integralmente a vigência da Ficha Limpa para as eleições deste ano – tirando da campanha Joaquim Roriz (PSC) por considerá-lo ficha-suja.

Antes de suspender a sessão, alguns ministros, capitaneados pelo presidente do TSE, ministro Ricardo Lewandowski, diziam que, por causa do empate, prevaleciam as regras do regimento interno do STF e da Súmula Vinculante 10 que mandam manter a Lei da Ficha Limpa. Cezar Peluso puxava os votos dos que queriam aguardar a indicação do 11.° ministro da corte para desempatar – vaga aberta desde a aposentadoria do ministro Eros Grau.

Confira abaixo os principais momentos do julgamento:

01h09 – Peluso propõe aguardar a nomeação do ministro que substituirá Eros Grau. “A sociedade sabe que estamos num impasse”, diz.

01h03 – Marco Aurélio propõe que Eros Grau retorne para decidir o julgamento, mas aceita o pedido de Ellen Gracie.

01h01 – Ellen Gracie pede a suspensão do julgamento ou o adiamento para esta sexta-feira. “Talvez fosse melhor refletirmos sobre essa questão”, diz. “Entendo que estamos prontos para concluir isso o mais rápido possível”, responde Lewandowski.

0h56 – Cármem Lúcia e Lewandowski defendem a aplicação imediata da lei, mantendo a decisão do TSE. Para Gilmar Mendes, “não se deve levar em consideração a decisão de um tribunal inferior”.

0h54 – “Estamos numa situação que caberia aguardar outra nomeação (para o STF)”, afirma Toffoli.

0h48 – Toffoli: “Só se poderia declarar empate em outra circunstância”.

0h42 – “Não tenho vocação para désposta”, afirma Cezar Peluso a Ayres Britto, que perguntou o que fazer em caso de novo empate.

0h33 – Peluso não quer dar voto de minerva. O ministro Ricardo Lewandowski quer a manutenção da lei, já que não houve maioria para derrubá-la.

0h22 – Havendo, por ausência ou falta de um ministro nos termos do artigo 13, inciso 9º, empate numa matéria, proclama-se a decisão contra o recorrente. Ministros discutem o que fazer diante do empate.

0h18 – Peluso: “Uma renúncia operada no passado deixa a pessoa em que situação? Digo que deixa em uma situação de menor dignidade. A pessoa se torna um objeto da ordem jurídica”. Ele acompanha o voto contra a Lei da Ficha Limpa e empata o julgamento: 5 x 5.

0h13 – “É indispensável distinguir entre causas de inelegibilidade que causem do agente que ele possa evitar”, afirma Peluso.

0h06 – O presidente do STF diz que a Lei da Ficha Limpa não pode ter efeito retroativo.

0h01 – Peluso: “O texto que veio da Câmara era obscuro?”. Ele diz que o texto, depois da alteração do senador Francisco Dornelles (PP-RJ), deveria ter retornado à Câmara.

23h49 – Peluso: “A mudança de redação mostrava a necessidade de voltar à Câmara”.

23h46 – “Um tribunal que aje ao arrepio do povo é um tribunal que o povo não pode confiar. É o povo que deve avaliar a idoneidade de seus candidatos”, afirma Peluso.

23h44 – Celso de Mello encerra sua fala acompanhando os ministros Toffoli, Mendes e Marco Aurélio. Peluso: “Dada a relevância do caso não posso deixar de fazer algumas considerações. Somos todos favoráveis à mobilização dos costumes políticos, a tudo aquilo que concorra para a solidificação do processo democrático. O que a mim me parece, é que não me comovem impressões provindas da opinião pública”.

23h30 – “Se o ilícito ocorreu antes da aplicação da lei, como retroativar? Essa pergunta me parece retórica”, diz Celso. Para ele, “não pode haver punição a quem renuncia ao mandato.

23h15 – Celso de Mello elogia os votos de Dias Toffoli e de Gilmar Mendes.

23h05 – Celso: “Qualquer que seja o marco temporal a ser considerado na espécie para a escolha de candidatos – 10 de julho de 2010 – ou até o dia 3 de outubro situam-se a menos de um ano da data em que é publicada a Lei Complementar”. Para o ministro, a Lei da Ficha Limpa não pode valer nestas eleições.

22h59 – “As instituições legislativas não podem ficar ao sabor de dirigismos normativos das forças dominantes de cada período”, afirma o ministro.

22h55 – Celso: “O texto em questão diferiu o início da eficácia da legislação”.

22h47 – “É extremante importante a edição da Lei da Ficha Limpa”, declara o ministro. “A probidade e a moralidade traduzem pautas de formação e composição de órgãos do Estado”.

22h43 – “É certo que a ordem jurídica não pode parecer indiferente a quem se apresente sem princípios éticos”, diz Celso.

22h39 – Celso diz que “nesse juízo preliminar, peço vênia para não admitir a questão referencial. Tenho um voto realmente longo, mas como já pude salientar, a desejável convergência entre ética e política nem sempre acontecem”.

22h34 – O ministro Celso de Mello inicia a leitura de seu voto.

22h32 – Marco Aurélio: “O caso aqui repercute sobremaneira no processo eleitoral, provocando um desequilíbrio na salutar disputa. Não tenho como menosprezar a mola-mestra de um Estado que se diga de Direito que é a retroatividade da lei”. O ministro vota com Toffoli e Gilmar Mendes contra a aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições de 2010.

22h28 – “Eu não concebo que alguém inelegível esteja a exercer o mandato”, declara o ministro.

22h24 – “Se aplicarmos a esse ato concreto a inegibilidade, estaremos aqui diante de uma sanção. O termo se refere a renúncias futuras”, explica Marco Aurélio.

22h20 – Marco Aurélio menciona a redação do texto enviado da Câmara para o Senado: “Ela passou por uma alteração básica”. Fala da mudança do tempo verbal feita pelo senador Francisco Dornelles (PP-RJ). “Os que tenham sido excluídos para os que forem excluídos”, destaca. “A mudança foi substancial”.

22h15 – “O que se quer é que não haja mudança nesse campo tão sentido, que é a escolha dos representantes. Todos nós somos a favor da lisura e da probidade no âmbito administrativo. Eu não sei o que é pior: se é a corrupção ou o tráfico de drogas”, argumenta Marco Aurélio.

22h12 – “Temos uma regra que é muito driblada, que é a necessidade de o diploma ser registrado”, diz o ministro.

22h01 – Marco Aurélio: “Venho ressaltando já há algum tempo que vivemos tempos muito estranhos, com a inversão de valores, o dito pelo não dito. É nessas quadras que devemos ter um apego maior às franquias maiores”. Cita a retroatividade da lei como exemplo.

21h52 – “Não é crível, não é aceitável que qualquer juízo possa se apresentar de ofício. E o STF, ultrapassando o conhecimento do extraordinário, não possa se falar. Não conferindo se essa lei é constitucional ou inconstitucional”, diz o ministro.

21h49 – Recomeça a sessão. Peluso passa a palavra ao ministro Marco Aurélio. “Depois de dois dias, é difícil ser o oitavo a votar”, diz Marco Aurélio. Ele inicia eloginado o voto de Gilmar Mendes.

21h22 – “É completamente descabida a tese de que a condenação deferia a condenação do requerente. O ato de renúncia afronta princípios basilares da democracia”, afirma a ministra. “Considero completamente descabida a argumentação do princípio de violação de isonomia. Acompanho o colega Ayres Britto”, declara. Com o voto de Gracie, o placar a favor da aplicação da Lei da Ficha Limpa neste ano está em 5 a 2. A sessão é suspensa por 15 minutos.

21h15 – Gracie: “Renúncia não configura ato de improbidade”. Ela analisa outros trechos da defesa de Joaquim Roriz.

21h02 – “Matéria nunca perdeu caráter constitucional”, argumenta Gracie.

20h56 – Ministra declara que a Lei da Ficha Limpa vale para estas eleições.

20h45 – Ellen Gracie discordou do argumento de Cezar Peluso, no qual ele questionou a aprovação da lei da Ficha Limpa no Congresso.

20h39 – Gilmar Mendes votou favoravelmente ao recurso de Joaquim Roriz: “O fato de ter-se que esperar um ano é uma segurança para todos. Faz parte de um processo civilizatório, precisa ser respeitado”. Placar do julgamento agora está 4 x 2. Começa a fala de Ellen Gracie.

20h29 – Não devemos ser ingênuos de acreditar que essas 2 milhões de assinaturas não tenham sido orientadas, comenta o mnistro. “Vamos continuar, ministro, senão não acabamos hoje”, diz Peluso.

20h22 – A história mostra que os totalitarismos se consolidam nesses fundamentos éticos. O Artigo 16 é uma ferramenta contra a minoria”, diz Mendes.

20h19 – Mendes: “Não se trata de proteção ou desproteção para as partes atingidas. Trata-se de um processo civilizatório. Não se pode fazer a lei alterando o processo eleitoral”.

20h09 – Os últimos ministros que devem votar na sessão, especialmente Cezar Peluso, Gilmar Mendes, Celso de Mello e Marco Aurélio Mello, já anteciparam críticas à constitucionalidade da lei. O placar, portanto, tende a mudar. Ellen Gracie, que ainda não votou, mantém a discrição. Alguns ministros contam que seu voto seja favorável à aplicação da Lei da Ficha Limpa.

20h01 – “Alteração de regras sobre inelegibilidade intefere o processo de escolha dos candidatos”, diz Mendes.

19h54 – Apesar da hora, a assessoria do tribunal confirma que o presidente manifestou interesse em terminar o julgamento hoje.

19h49 – Voto de Gilmar Mendes já dura quase uma hora.

19h40 – A tese do Gilmar Mendes é que o artigo 16 da Constituição é cláusula pétrea, e por isso não há discussão: todas as leis precisam completar um ano antes de entrar em vigor. Valeria, assim, também para a Ficha Limpa.

19h33 – Com a chegada da noite, aumentou o número de manifestantes do lado de fora do STF. Cerca de 300 – quase a unanimidade de rorizistas – estão reunidos, munidos com bandeiras azuis, e cantando “Roriz!”. Mais cedo, eles estavam cantando “Aqui tem um bando de louco, louco por ti, Roriz”. A música original é um grito de guerra do Corinthians.

19h19 – Ayres Britto interrompe o voto de Gilmar Mendes: “Há 16 anos estamos esperando pela alínea K, finalmente ela chegou”. Alínia K é a parte da Lei da Ficha Limpa que torna inelegíveis políticos que renunciaram aos cargos eletivos para não serem punidos.

19h16 – Gilmar Mendes afirma que ao discordar da aplicação da lei este ano, não está defendendo “ímprobos”, está apenas defendendo a Constituição.

19h07 – “Não se pode comparar a condição de parentesco com a da inelegibilidade inata”, debate Mendes com Lewandowski. Para Mendes, se lei de iniciativa popular escapar ao controle constitucional é melhor que se feche o STF.

19h04 – Gilmar Mendes é o sexto ministro a votar. Ele começou seu discurso afirmando que o fato de a Lei da Ficha Limpa ser de iniciativa popular não a torna inquestionável: “Muitas vezes tem de se contrariar aquilo que a opinião pública entende como salvação, muitas vezes para salvar a própria opinião pública”. “Se a iniciativa popular tornar inútil a nossa atividade, melhor fechar esse tribunal”.

18h55 – “A lei da Ficha Limpa presta inequívoca homenagem aos princípios da probidade administrativa e moralidade, que constituem, a meu ver, o próprio cerne do regime republicano”, vota Lewandowski confirmando placar 4 x 1.

18h46 – Já dura 50 minutos o voto de Lewandowski.

18h33 – Quando Lewandowski anunciar seu voto, o placar ficará 4×1 pela aplicação da lei. Dos demais cinco ministros que restam votar, a opinião mais esperada é de Ellen Gracie. Os demais ministros já sinalizaram ser contrários à aplicação da lei este ano.

18h29 – “Se fosse procedente a tese do recorrente, na prática nenhuma inelegibilidade aconteceria”, diz Lewandowski.

18h22 – Ricardo Lewandowski cita pensamento de Ayres Britto (“Candidato é aquele que veste roupa branca”), para concordar com o ministro-relator: a lei vale para este ano. Para o ministro, os novos critérios de elegibilidade visam a “proteção da coletividade”. O voto dele ainda não terminou.

18h20 – Lewandowski: “Não há o rompimento das condições de igualdade de disputa entre os contendores”.

18h15 – “Não há qualquer inconstitucionalidade na Lei da Ficha Limpa”, afirma Lewandowski.

17h59 – Lewandowski está com a palavra. Como presidente do TSE ele já se posicionou pela validade da lei este ano, e votou pela impugnação da candidatura de Roriz.

17h54 – Barbosa vota com o relator: Roriz é ficha suja e lei vale para estas eleições. O placar fica em 3 x 1.

17h43 – Barbosa vai se posicionando contra o princípio da anualidade no caso da Lei da Ficha Lima: “Todos os candidatos já tinham ciência de quais seria as causas de inelegibilidade, inclusive as novas causas”.

17h42 – Joaquim Barbosa sofre de dores crônicas nas costas e não consegue ficar muito tempo sentado. No entanto, ele lê o voto neste momento sentado, com uma almofada no encosto. O ministro completa: “A própria democracia se vê diminuída e deslegitimada quando cidadãos ímprobos se tornam representantes do povo”.

17h34 – Barbosa: “Do voto de cabresto até chegarmos ao voto direito e universal, e daqui pouco o voto por identificação biométrica, percorremos um longo caminho, mas restam–nos ainda alguns trechos a percorrer. A Lei da Ficha Limpa significa mais um avanço nessa direção”.

17h30 – O intervalo de 20 minutos durou quase 50. Joaquim Barbosa pediu para votar antes do ministro Ricardo Lewandowski.

17h25 – Provavelmente esperando que o julgamento durasse a tarde toda, os manifestantes pró e contra Roriz começaram a chegar à Praça dos Três Poderes há pouco, os simpatizantes do ex-governador são maioria. Os pró-Ficha Limpa penduraram cartazes parabenizando o ministro-relator Carlos Ayres Britto.

16h41 – A sessão entrou em intervalo de 20 minutos. Voltará com o voto de Ricardo Lewandowski, presidente do TSE, que é a favor da aplicação da lei nestas eleições.

16h40 – “Inelegibilidade não é pena”, afirma Carmem Lúcia ao anunciar que considera Joaquim Roriz ficha suja. 2 x 1 pela aplicação da lei este ano.

16h18 – Cármem Lúcia acompanha o relator Ayres Britto e vota pela aplicação da Lei da Ficha Limpa nas eleições deste ano.

16h13 – A ministra continua: “Uma lei que traga aperfeiçoamento do processo eleitoral não devem se sujeitar ao princípio da anualidade”.

16h08 – Carmem Lúcia: “As inelegibilidades têm como projeto proteger a moralidade”.

15h55 – Carmem Lúcia está com a palavra. Ela é a favor da aplicação da lei ainda este ano, como já deixou claro em votação no TSE, onde também é ministra. “Novas hipóteses de inelegibilidade têm aplicação imediata porque não alteram o processo eleitoral”, diz.

15h47 – Mais uma vez Toffoli pula algumas páginas para encurtar o voto e chega à conclusão: a Lei da Ficha Limpa só pode ser aplicada a partir das próximas eleições. O julgamento está empatado em 1 x 1.

15h43 – Para Toffoli, não há direito adquirido para se candidatar e a Lei da Ficha Limpa é constitucional. Porém, o ministro defende o princípio da anualidade. Ou seja: as leis só podem ser aplicadas um ano após sua sanção. A Lei da Ficha Limpa foi sancionada em junho deste ano.

15h40 – “Renunciar ao mandato não é o mesmo que ser considerado culpado com ou sem trânsito em julgado”, afirma Toffoli.

15h35 – Toffoli questiona: “Se o Congresso tivesse aprovado em maio deste ano a permissão para o presidente concorrer a um terceiro mandato, o STF permitiria?”.

15h28 – Antônio Dias Toffoli decide pular várias citações para encurtar seu voto. Antes, ele vinha dizendo que apesar de a Ficha Limpa ter forte apelo popular não significa que o STF precisa aceitá-la.

15h26 – Sessão no STF já dura uma hora. Toffoli prossegue em seu voto.

15h08 – Toffoli abaixa o tom de voz e se emociona ao lembrar que está sentado hoje na cadeira que era do ministro Menezes Direito, que morreu em setembro de 2009. O ministro começa agora a analisar o mérito da lei – se ela deve ser aplicada ou não este ano.

14h58 – Toffoli pondera que o STF pode questionar a constitucionalidade de qualquer lei (mesmo que não seja provocado), mas não concorda que a votação no Congresso tenha tornado a lei da Ficha Limpa inconstitucional.

14h49 – Toffoli começa a alinhar o voto com o entendimento de Cezar Peluso. Apesar de a Corte não ter sido questionada sobre os métodos de votação do Congresso, é dever de um ministro levantar a questão, afirma o ministro mais novo do STF.

14h44 – Pouco antes de Toffoli começar a falar, Ricardo Levandowski informou à Corte que o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) enviou ofício a ele esclarecendo que as alterações feitas no projeto pelo Senado apenas corrigiram o texto gramaticalmente, não quiseram alterar o teor. Torres foi relator do projeto no Senado.

14h41 – Antônio Dias Toffoli começa a ler seu voto e sai em defesa de Cezar Peluso: “O recebimento dessas questões de ordem devem ser recebidas com o maior respeito, e não se falar em acrobacia”. Ontem, no meio da discussão travada entre os ministros, Ayres Britto disse que aquilo parecia “um salto triplo carpado hermenêutico”.

Roseana despenca e confirma segundo turno, diz pesquisa Exata/Blog do Cardoso

do blog do Cardoso

Pesquisa realizada pela Exata/Blog do Cardoso confirma que haverá segundo turno para governador no Maranhão. A pesquisa foi feita entre os dias 17 a 19 deste mês e ouviu 2000 pessoas em todas as regiões do Maranhão. A pesquisa está registrada no TRE/MA sob o número 35.522/2010. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para cima e para baixo

Pelos números da Exata, a candidata Roseana Sarney voltou a oscilar para baixo confirmando os resultados de outros institutos, Jackson Lago se manteve estável e Flávio Dino foi o único candidato que cresceu.

Os números na estimulada e espontânea são os seguintes:

ESTIMULADA

Roseana Sarney – 42%

Jackson Lago 25%

Flávio Dino 23%

Marcos Silva 1%

Os demais não pontuaram

Brancos, nulos e e nenhum – 3%

Não sabem – 6%

ESPONTÂNEA

Roseana Sarney – 38%

Jackson Lago – 21%

Flávio Dino – 18%

Outros não pontuaram

Nenhum deles 2%

Não sabem 20%

Como se observa, na espontânea o número de indecisos ainda é grande.

A Exata foi o único instituto que acertou nas eleições de 2006 no primeiro no segundo turno.

Roseana Sarney – 42%

Em Coratá, Luiz da Movelar ameaça servidores em busca de votos para Carlos Filho

 

Depois de negociar o seu apoio à candidatura do deputado Carlos Filho em troca de alguns milhões e da promessa de não ter contra si algum tipo de investigação de sua gestão, o prefeito de Coroatá, Luiz da Movelar começou a jogar pesado em busca de votos para Carlos Filho, considerado no parlamento um dos piores deputados que passaram pela Assembleia. 

a coisa tá feia para o prefeito. É que votos em Coroatá só para Ricardo Murad e Graça Paz.  

O blog foi informado que o jogo é bruto, são ameaças de todo tipo contra os servidores municipais. Corte de pagamento, retirada de vantagens do salário e demissão são apenas agumas dessas ameaças.

Depois de mais de dois meses de campanha, o prefeito não conseguia (e ainda nã consegue) de maneira legal fazer com que o seu caditado seja votado pela população de Coratá.

O pior deputado do parlamento estadual, Carlos Filho simpelsmente não decolou na região. Niguém quer saber dele por lá. Pior para o prefeito Luiz da Movelar, que agora, para não se complicar com a Justiça e ter que da conta dos milhões que recebu em troca de votos para o play boy Carlos Filho, deve recorrer até ao seu pior inimigo, em busca de misericordia.

Segundo relatos de alguns servidores, não importa oas ameaças do prefeito. eles não votam em Carlos Filho por nada no mundo.

Quem também sofre ameças na caladda da noite sõa os vereadores.